Era uma vez uma futura maratonista com um sonho muito distante de completar os 42.195 km. Tudo começou em 2008 com uma vontade de mudar de vida e transformar lazer em benefício estético e psicológico. As pequenas corridas foram completadas e os objetivos sempre aumentando. Em julho de 2010 tudo mudou, virei maratonista e comecei a sonhar com as ultras distâncias. Em julho de 2012 virei oficialmente Ultra e agora planejo futuras distâncias que me desafiem cada vez mais. Me descobri desesperadoramente apaixonada por km's.

Agora tenho o ano de 2013 inteiro para fazer o que for preciso para quem sabe ser aceita na BR 135 Solo em 2014. Trabalha e Confia!


Carrego no peito as medalhas e na memória os melhores momentos da minha vida.

Próximos desafios:

03 de Novembro de 2013 - Maratona

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Transbordando Solidariedade!

Poucas pessoas se levantam para uma ação solidária sem imposição e sim porque possui um coração voltado ao setor. Acho interessante observar a parte da população disposta a se dedicar por uma boa causa e perceber o quão gratas elas são por transformar suas ações em favor de quem precisa, é lindo! Bem se diz que é melhor dar do que receber, e só quem experimenta pode ver o grande valor da citação.

Neste final de semana tive o privilégio de participar o segundo Desafio Solidário proposto pelo ultramaratonista Carlos Gusmão. Ele passou 24 horas correndo nos dois principais morros de Vila Velha para arrecadar brinquedos para as crianças com deficiência neurológica do CREFES. Sabe o que acontece quando um guerreiro com credibilidade movimenta a massa corredora? Sucesso! Foram arrecadados 850 brinquedos em pouco tempo. Ta aí, quem quer faz a diferença.

Desafio


Eu de enxerida no meio desses Ultraguerreiros que passaram 24hs de plantão correndo e apoiando o evento


P.s: Devido a alguns compromissos sérios, pude fazer apenas as 9hs finais do treino de meia-noite as nove da manhã. Consegui fazer 52 Km subindo aquelas montanhazinhas durante 7h30. Bom, só sei que doeu, mas na segunda estava bem novamente, acho que estou começando a criar casca. Fica como treino para a BR!

Pensando bem, acabei de perceber que foi o primeiro treino de 52 KM da minha vida e acabei de falar como se tivesse corrido 32 KM... por isso que doeu, por isso que amo advil, por isso dormi por dia e noite seguidos, e por isso que amo essa tal da progressão de condicionamento. Tá louco! Comemorei pouco, bem me lembrei que devo comemorar mais.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

We are in - BR 135 Revezamento de dupla

Por acaso um tempo atrás uma amiga entrou em contato me convidando para fazer revezamento da BR 135, meu sonho! São 217 km de pura aventura em barrancos e estradas de chão.

Estava distante e não poderia preencher todo o formulário necessário para a pré-seleção. É uma prova com um valor alto e que mesmo assim não entra quem quer, precisa ser aceita pelos mestres.
Ela disse que era a hora, preencheu tudo pra mim durante horas, e umas semanas depois veio o grande resultado. Finalmente eu tinha passado em alguma seleção na vida, we are in!!! Prova raçuda que promete.

Não estava muito animada já que muita coisa aconteceu, ela se machucou, algumas pessoas desestimulantes, e etc e tal. Mas pensei melhor e resolvi voltar a pensar no assunto já que um crédito de confiança nos foi dado. Afinal gosto de montar quebra-cabeças, um desafio destes não te exige apenas pernas e sim mente sadia para aviliar todas as questões e saber trabalhar com o forte de cada uma e com as adversidades que surgem antes e durante a prova, temos 48hs para terminar tudo dividindo os trechos em partes iguais. Agora é saber lidar com tudo o que está acontecendo montar equipes e ir!!!

Se chegamos até aqui, vamos até lá! Vamos para guerra, dar o sangue e honrar a nossa porta de entrada junto a bons ultramaratonistas do Brasil. BR 135 Solo, seus 217 km ainda serão só meus, em 2013 vou me concentrar com a metade.

www.brazil135.com.br

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Maratona Cross Contry Buzios - 10.11.2012

Posso afirmar que a Maratona de Buzios dividiu a minha história com a corrida cross em Katryny AB e Katryny DB, depois de Buzios ganhei uma nova visão relacionada ao meu desempenho nesse tipo de terreno.

Passei semanas antes da prova muito preocupada sem saber que estratégia adotar, seguindo planilha sem parar para pensar. O que me travava era a escolha entre fazer essa maratona com duas grandes amigas que estreariam em Maratonas justo nesse tipo de terreno, ou ir em busca de um desafio pessoal. Confesso que essa decisão me deixou mal por algumas semanas, em momento algum elas me pediram tanto, fiz o que pude durante o treinamento delas, mas a situação me incomodava sem ao menos elas saberem. No desafio pessoal estava em jogo minha CONFIANÇA, que andava muito em baixa para morros, as três únicas maratonas de montanha que tinha concluido foram acima de 7hs, claro, chegaram a passar de 2.000 metros de altitude... Mas me incomodava o fato de insistir e achava que estava dando murro em ponta de faca insistindo em algo que não tinha a menor habilidade já que chegava sempre entre os últimos.

Na semana da prova ainda não havia decidido e nem me comprometido (como é dificil para mim não me comprometer, adoro compromissos, mesmo os de grande risco). Foi aí que bati um papo com o Grande Virginio (Rei da Montanha) que me aconselhou a atacar. E assim comecei a mentalizar o ataque rs. Pensei que, já que nunca havia deixado de terminar se quer uma prova, quem sabe essa não será a primeira, vou fazer o possível para me aproximar das seis horas de prova, vou pra guerra, mas pra tentar vencer a batalha e se perder, bola pra frente. O que eu podia ter feito pelas meninas eu fiz, agora era colocar em prática o que aprendemos, foco no portal de chegada.

Dia chuvoso, vendaval, tênis escorregadio, arcada dentária bamba e etc... eram essas as condições na largada... coisas que tentaram me desanimar mas não conseguiram. Era uma chance que poderia me fazer desistir de ser corredora cross. Na largada minha mãe me abraçou e fez uma oração poderosa, e foi assim, fui com Deus! Toda a minha familia muitos amigos presentes, poderiam me tirar do ritmo, mas foco mais uma vez.

Subi, desci, subi, desci, ataquei os morros quando dava e quando não dava subia caminhando (ainda tinha um pouco de juízo), quando chegava na areia imprimia ritmo de 5:40 (treinei bastante na areia), passei na metade do percurso com 2:35, ia aproveitar para dar uma parada e trocar o tênis mas estava tão bem que resolvi continuar. A partir daqui meu irmão que estava fazendo revezamento com meu primo continuou comigo. Ele foi no meu ritmo com aquelas pernas longas dele. Passando ali com 2:35 comecei a vizualizar terminar a prova com 5h40 sem saber que a pior parte ainda estava por vir. Morro de matar, muitos km's de areia com vendaval e chuva e o pior pedras e pedras perigosas que não acabavam nunca, mais de 3 km sem correr. Aqui meu irmão deu cãimbra e pediu para não abandona-lo que ele queria chegar comigo. Pronto! Me ferrei pensei eu rs... paramos, dei uma mariola pra ele dizendo que era o melhor remédio para o problema rs, funcionou durante uns 2 km's. Fomos aos trancos e barrancos, já que eu tinha que puxa-lo até o final e aí quando eu cruzei a linha de chegada, sabe o que eu fiz, DESABEI!!! Chorei horrores, terminei com 5h23, tempo próximo ao da primeira maratona e cheguei inteira, sem sofrer! Fez cada metro dos 42 km valer ouro, minha Confiança subiu e voltei a acreditar que era capaz. E amigas? Chegaram com 5h40 e poucos e com 5h50 e poucos. Orgulho de mais! Arrebentaram!

Sabe, o que não faltam são pessoas para te desacreditar, competir com você instintivamente, colocar pedras pra você tropeçar... Mas na verdade o que importa mesmo é se agarrar ao que você acredita e dar créditos a quem torce pela suas conquistas de coração e não da boca para fora ou por um interesse qualquer. O que se faz com essas, é tratar bem, porque é fato que Deus transfoma qualquer maldição lançada sobre você em benção sobre a sua vida.

Rio de Janeiro, mais o mais vez declaro meu amor por você, faz a minha história nas corridas e me proporciona imagens delirantes e momentos de perder o folêgo!

Chegada com meu irmão e meu primo.


Na boa, depois que comecei a correr virei uma chorona!


Essas são Osso Duro de roer!!! Escolheram estreiar na maratona em estilo Cross, e foram lá e fizeram com raça! Arrebentaram!


Galerão de Vitória!



SE É PRA SER, QUE SEJA ASSIM! INTENSO!


"Não é o crítico que importa, nem aquele que mostra como o homem forte tropeça, ou onde o realizador das proezas poderia ter feito melhor. Todo o crédito pertence ao homem que está de fato na arena; cuja face está arruinada pela poeira e pelo suor e pelo sangue; aquele que luta com valentia; aquele que erra e tenta de novo e de novo; aquele que conhece o grande entusiasmo, a grande devoção e se consome em uma causa justa; aquele que ao menos conhece, ao fim, o triunfo de sua realização, e aquele que na pior das hipóteses, se falhar, ao menos falhará agindo excepcionalmente, de modo que seu lugar não seja nunca junto àquelas almas frias e tímidas que não conhecem nem vitória nem derrota."
T. Roosevelt

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O Desafio é a Nossa Energia

Demorei para acreditar que desafios na minha pessoal e profissional são o combustível ideal para me conduzir a lugares que sinto prazer em chegar. Estou sempre me desafiando, aprender a lidar com essa pressão que faço sobre mim também é um desafio interessante.

Com um pouco de coragem fica tudo mais fácil, inclusive largar o emprego para correr atrás de um projeto pessoal e complicado, mas não impossível, já que aprendi com as ultras que nada é impossível com foco, dedicação e muito trabalho. Se der certo deu, se não der certo, volto e recomeço onde parei. Afinal, começar do zero nunca foi um grande problema até aqui.

E aproveitando essa fase de desafios, o nome do Blog mais uma vez ficou para trás, mas chega de mudar de endereço e vamos aproveitar para colocar um objetivo distante naquela velha história, DREAM BIG! FUTURA ULTRA será para sempre, o que muda sempre será a prova, agora meu sonho é a BR 135 SOLO, e espero desabafar aqui o que tenho que fazer para ser aceita e terminar a prova com sucesso. FUTURA ULTRA: BR 135 SOLO

THIS IS YOUR LIFE
FIND A PASSION
AND PURSUE IT.


Músicas que me fazem Correr


Dentro daquele meu jeito maluco musical de construir meu playlist e já não aguentando as mesmas de sempre para longões... decidido está, musicas em español, já que estou num momento intensivão com 2h por dia até novembro.

Por enquanto vamos do velho, bom e popular Maná e Alejandro Sanz. Será que isso vai dar certo? rs.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Kainach Bergmarathon - 44 Km - Austria - 12/08/12

Sinceramente, achei que não conseguiria voltar a escrever após tanto tempo. Mas me neguei a escrever obrigada já que faço isso por prazer. Após um longo periodo sem colocar meus olhinhos por aqui estava na hora de voltar, afinal, muita coisa boa aconteceu, e não é só um post que vai resumir tudo. Inicio logo então.

Uma delas foi essa aventura pelos Alpes Austriacos que por sorte escrevi num caderninho para não esquecer e deixar passar em branco. Antes de começar vou te fazer uma pergunta. Alguma vez você já fez algo no modo hard, super radical e com muita emoção?
Assim foi essa ultra de montanha que superou todas as minhas expectativas, uma surpresa atrás da outra.

Com uma altimetria que de 500m pularia para 1.800m em poucos km's, fazia com que meu coração batesse no ouvido (nos dois) em pouquissimo tempo de prova. Percebi que era estranho, incomum, e assutador... mas continuei, mesmo já pensando em desistir já que a prova nem tinha começado. Comecei a focar na descida e espera-la ansiosamente após o km 14, já que barranco era a minha única visão até aquele momento (ui).
Quando ele finalmente começou a despontar imaginei que a partir daquele momento começaria a correr e adiantaria a prova, me enganei (como sempre)... fui supreendida com pedras gigantes no caminho (só me lembrava daquilo: pedras no caminho? guardo todas, um dia vou construir um castelo). Com Pedras era impossível a evolução, não dava para correr. Cai de bunda duas vezes em menos de 1 km. Na última vez fiquei um tempão sentada olhando para o abismo com arame farpado ao meu lado... aquilo me parecia muito perigoso, comecei a refletir se era prudente continuar já que sou muito desajeitada, cairia outras vezes, estava correndo risco de vida e o pior, ficaria com o rosto todo deformado no meu caixãozinho depois de ultrapassar todo aquele arame e cair no abismo. Se tinha alguem do meu lado para socorrer?? claro que não, ninguém faz essas provas, no máximo 100 pessoas espalhadas em 45 km, nesse momento me lembro de só ter visto uma senhora de uns 90 anos atrás de mim rs. Aqui pela primeira vez em 31 anos pensei, Game Over pra mim. Vamos voltar viva né?

Comecei a imaginar onde estaria o próximo posto de hidratação para pedir "penico", arrego, qualquer coisa similar. Mas assim que cheguei no danado do posto um rapaz nem esperou eu abrir a boca e me disse - Continue, você vai ficar muito orgulhosa de você. - Pronto, era tudo que eu precisava, ficar orgulhosa de mim. Vamos chegar e que seja por último, afinal só os últimos e os primeiros serão lembrados rs.

Para elevar o nível da prova as vacas se tornaram parte do caminho, eram lindas, super bem cuidadas, até tinha um sininho no pescoço (desenho animado). Elas só tinham um defeito, gostavam de encarar e ficavam ocupando o estreito espaço para passar, algo como abismo, mato, vaca... escolha seu espaço para passar e siga em frente. Teve uma hora que tinha tantas, mas tantas que pensei em tirar uma foto, mas fiquei com medo de ficar parada muito tempo e algo acontecer, achei melhor sobreviver para contar.

Cercas?? se eu juntar meus anos passados e futuros não consigo pular a quantidade de cercas que pulei nesse dia, algo sobrenatural. Numa das últimas tive uma crise de riso, estava louca e inacreditavelmente cansada.

Assim fui, longas sete horas e muitos minutos, ante penúltima a chegar e muita, mas muita história para contar. Fiz um amigo no inicio da prova que voltou para me buscar no final, ter alguem que se preocupa com você não tem preço (mesmo que seja um amigo passageiro). Nem liguei quando percebi que como algumas provas na Europa e nos EUA eles não fornecem medalha, só para os primeiros lugares, como o rapaz disse lá atrás, agora estava orgulhosa de mim, tive mil e um motivos para desistir e não foi desta vez.

Mas como tudo ainda pode melhorar, tive um surpresa final, um troféu de primeira na categoria (só tinha eu rs). E pelo menos cheguei em oitavo das nove corajosas que terminaram a prova. Ganhei também um livro gigante da cidade onde fui muito bem tratada graças a cortesia do organizador Bernd Gratz.

Um Show de Aventura!
Inesquecível!

12 de agosto de 2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012

V Ultramaratona Rio 24 hs Fuzileiros Navais

Esperando estava melhorar para relatar, mas vi que pelo andar da carruagem devo demorar mais um pouco rs, então vamos lá!

Oficialmente Ultra com 134,8 Km em 24hs!!!
Tinha colocado na cabeça que queria ser Ultra com mais de 100 km, e aí está a resposta, mas vou te dizer que tive que dar o sangue para isso.

Fui para esta prova com apenas 1 treino de 1 hora numa pista de 400 metros, e me senti bem, conversei o tempo inteiro então passou rápido. Alem de não ter sentido dor alguma. Mas na realidade tudo muda quando o treino vira uma prova com um objetivo certo, sei que corria o risco de mais uma vez me frustar como aconteceu com o meu resultado em Urubici, tinha treinado para Urubici e me dei mal, essa eu não treinei, mas era questão de honra eu ficar feliz com o meu resultado. O que eu tinha para esta corrida era o que eu tinha feito Urubici, depois só descansei e esperei o grande dia.

Tinha um plano A, um plano B e um plano A+. Mas com 1 hora de prova já estava quase desistindo do A+ (150 km rs), e com 4 horas já havia jogado ele no lixo, já estava achando o plano A de 130 km excelente porque desde a primeira hora senti muito a virilha rodando que nem pião naquela pista. Descobri em pouco tempo que virar o sentido da prova é super necessário, porque até o tornozelo reclama. Aliás por falar em virar o sentindo, para mim esse era o ponto alto da corrida, adorava a festa do vira-vira, a contagem regressiva, o sino, essas coisas rs. Perdi 2 porque estava alongando e fiquei arrasada.

Consegui cumprir a meta inicial que era correr uma maratona 0 caminhada e parar para alongar. Depois corri uma meia dando 10 voltas correndo e 3 caminhando e parando para alongar, e assim foi até o final, ficava cerca de 2:30 na pista e parava 20 minutos. Ao todo não cheguei a ficar 4 horas parada, porque até para comer, eu comia girando e caminhando.

Quando terminei a maratona percebi que estava bem atrás de colocação, mas pensei comigo, sei que é dificil mas vou buscar ficar entre as 10 primeiras mulheres, isso me ajudou a focar e me manter ligada para não perder o rumo. Como corria na pista 2 acabei claro correndo muito mais do que quem estava no centro da pista. Meu Garmin marcou 148 km, UHU, quase 150 Km, por isso fiquei tão feliz, mesmo não tendo esse número oficial, sei até onde fui.

Nem tudo são flores é claro, quando bati 118 Km faltava 12 ainda para o plano A ser de sucesso e 2h20 para acabar, mas minha panturrilha pela primeira vez na vida travou. Sem saber o que fazer, parei no risco para alongar porque não dava para me arrastar mais. Ganhei um alongamento e uma massagem do Grande Fisiot. Paulo Gusmão que durou quase 30 minutos e voltei, dei uma volta caminhando, refiz as contas e vi que ainda sim não daria tempo. E quer saber?? parti para tudo ou nada! A dor é passageira, e dolorida por dolorida eu já estava, eu fui que fui dando voltas e voltas correndo as vezes chegando a um pace de 5:20, nem eu acreditava... Já estavam todos mortos e finalmente a pista do centro era quase TODA MINHA, me vinguei das voltas a mais que dei na pista 2, e se catasse alguém no meu caminho eu passava por cima (hehehe brincadeirinha), era o meu desafio mais que pessoal que estava em jogo e meu tempo só esgotava. Dei 25 voltas no pique, parei, caminhei e voltei correr mais leve. terminei correndo porque queria caminhar o minimo possível, só quando a dor batesse, e ela bateu durante quase a prova inteira rs.

Resumão é que fiz mais 16 Km no final para minha alegria e terminei a prova chorando em bicas de emoção (dever cumprido) e com dores SURREAIS, na certeza que tinha dado o meu melhor. Estou aqui acabada de gripe mas very happy carregando meu trófeu de Primeiro Lugar na categoria para lá e para cá. E o décimo segundo na Feminina e 62 na Geral me renderam muitas alegrias, só tinha fera ali.

Só tenho a agradecer aos malucos e aos pé-no-chão que me ajudaram e me incentivaram a realizar tudo tão rápido e inesquecível, por mim ainda estaria lá rodando rs. Familia, Amigos e Treinadores, vocês são SENSACIONAIS!!!
Blogueiros queridos, eu ouvi a mensagem de vocês e isso foi Sensacional!!! S2

Essa prova ainda rende muitos e muitos posts :)

Fotinho da Largada, uma verdinha perdida no meio do Feras!


Última parada antes do grande feito das duas horas finais. Quer saber se dói não né?


Acabou?? Então me deixa chorar!!! rsrs


A idéia foi dele rs, Grande Fera com 193 Km, Melhores do Brasil!!!


Os Fuzileiros meus amigos, me ajudaram até no final... Alguém me ajuda a carregar??