Demorei para acreditar que desafios na minha pessoal e profissional são o combustível ideal para me conduzir a lugares que sinto prazer em chegar. Estou sempre me desafiando, aprender a lidar com essa pressão que faço sobre mim também é um desafio interessante.
Com um pouco de coragem fica tudo mais fácil, inclusive largar o emprego para correr atrás de um projeto pessoal e complicado, mas não impossível, já que aprendi com as ultras que nada é impossível com foco, dedicação e muito trabalho. Se der certo deu, se não der certo, volto e recomeço onde parei. Afinal, começar do zero nunca foi um grande problema até aqui.
E aproveitando essa fase de desafios, o nome do Blog mais uma vez ficou para trás, mas chega de mudar de endereço e vamos aproveitar para colocar um objetivo distante naquela velha história, DREAM BIG! FUTURA ULTRA será para sempre, o que muda sempre será a prova, agora meu sonho é a BR 135 SOLO, e espero desabafar aqui o que tenho que fazer para ser aceita e terminar a prova com sucesso. FUTURA ULTRA: BR 135 SOLO
THIS IS YOUR LIFE
FIND A PASSION
AND PURSUE IT.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Músicas que me fazem Correr
Dentro daquele meu jeito maluco musical de construir meu playlist e já não aguentando as mesmas de sempre para longões... decidido está, musicas em español, já que estou num momento intensivão com 2h por dia até novembro.
Por enquanto vamos do velho, bom e popular Maná e Alejandro Sanz. Será que isso vai dar certo? rs.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Kainach Bergmarathon - 44 Km - Austria - 12/08/12
Sinceramente, achei que não conseguiria voltar a escrever após tanto tempo. Mas me neguei a escrever obrigada já que faço isso por prazer. Após um longo periodo sem colocar meus olhinhos por aqui estava na hora de voltar, afinal, muita coisa boa aconteceu, e não é só um post que vai resumir tudo. Inicio logo então.
Uma delas foi essa aventura pelos Alpes Austriacos que por sorte escrevi num caderninho para não esquecer e deixar passar em branco. Antes de começar vou te fazer uma pergunta. Alguma vez você já fez algo no modo hard, super radical e com muita emoção?
Assim foi essa ultra de montanha que superou todas as minhas expectativas, uma surpresa atrás da outra.
Com uma altimetria que de 500m pularia para 1.800m em poucos km's, fazia com que meu coração batesse no ouvido (nos dois) em pouquissimo tempo de prova. Percebi que era estranho, incomum, e assutador... mas continuei, mesmo já pensando em desistir já que a prova nem tinha começado. Comecei a focar na descida e espera-la ansiosamente após o km 14, já que barranco era a minha única visão até aquele momento (ui).
Quando ele finalmente começou a despontar imaginei que a partir daquele momento começaria a correr e adiantaria a prova, me enganei (como sempre)... fui supreendida com pedras gigantes no caminho (só me lembrava daquilo: pedras no caminho? guardo todas, um dia vou construir um castelo). Com Pedras era impossível a evolução, não dava para correr. Cai de bunda duas vezes em menos de 1 km. Na última vez fiquei um tempão sentada olhando para o abismo com arame farpado ao meu lado... aquilo me parecia muito perigoso, comecei a refletir se era prudente continuar já que sou muito desajeitada, cairia outras vezes, estava correndo risco de vida e o pior, ficaria com o rosto todo deformado no meu caixãozinho depois de ultrapassar todo aquele arame e cair no abismo. Se tinha alguem do meu lado para socorrer?? claro que não, ninguém faz essas provas, no máximo 100 pessoas espalhadas em 45 km, nesse momento me lembro de só ter visto uma senhora de uns 90 anos atrás de mim rs. Aqui pela primeira vez em 31 anos pensei, Game Over pra mim. Vamos voltar viva né?
Comecei a imaginar onde estaria o próximo posto de hidratação para pedir "penico", arrego, qualquer coisa similar. Mas assim que cheguei no danado do posto um rapaz nem esperou eu abrir a boca e me disse - Continue, você vai ficar muito orgulhosa de você. - Pronto, era tudo que eu precisava, ficar orgulhosa de mim. Vamos chegar e que seja por último, afinal só os últimos e os primeiros serão lembrados rs.
Para elevar o nível da prova as vacas se tornaram parte do caminho, eram lindas, super bem cuidadas, até tinha um sininho no pescoço (desenho animado). Elas só tinham um defeito, gostavam de encarar e ficavam ocupando o estreito espaço para passar, algo como abismo, mato, vaca... escolha seu espaço para passar e siga em frente. Teve uma hora que tinha tantas, mas tantas que pensei em tirar uma foto, mas fiquei com medo de ficar parada muito tempo e algo acontecer, achei melhor sobreviver para contar.
Cercas?? se eu juntar meus anos passados e futuros não consigo pular a quantidade de cercas que pulei nesse dia, algo sobrenatural. Numa das últimas tive uma crise de riso, estava louca e inacreditavelmente cansada.
Assim fui, longas sete horas e muitos minutos, ante penúltima a chegar e muita, mas muita história para contar. Fiz um amigo no inicio da prova que voltou para me buscar no final, ter alguem que se preocupa com você não tem preço (mesmo que seja um amigo passageiro). Nem liguei quando percebi que como algumas provas na Europa e nos EUA eles não fornecem medalha, só para os primeiros lugares, como o rapaz disse lá atrás, agora estava orgulhosa de mim, tive mil e um motivos para desistir e não foi desta vez.
Mas como tudo ainda pode melhorar, tive um surpresa final, um troféu de primeira na categoria (só tinha eu rs). E pelo menos cheguei em oitavo das nove corajosas que terminaram a prova. Ganhei também um livro gigante da cidade onde fui muito bem tratada graças a cortesia do organizador Bernd Gratz.
Um Show de Aventura!
Inesquecível!
12 de agosto de 2012
Uma delas foi essa aventura pelos Alpes Austriacos que por sorte escrevi num caderninho para não esquecer e deixar passar em branco. Antes de começar vou te fazer uma pergunta. Alguma vez você já fez algo no modo hard, super radical e com muita emoção?
Assim foi essa ultra de montanha que superou todas as minhas expectativas, uma surpresa atrás da outra.
Com uma altimetria que de 500m pularia para 1.800m em poucos km's, fazia com que meu coração batesse no ouvido (nos dois) em pouquissimo tempo de prova. Percebi que era estranho, incomum, e assutador... mas continuei, mesmo já pensando em desistir já que a prova nem tinha começado. Comecei a focar na descida e espera-la ansiosamente após o km 14, já que barranco era a minha única visão até aquele momento (ui).
Quando ele finalmente começou a despontar imaginei que a partir daquele momento começaria a correr e adiantaria a prova, me enganei (como sempre)... fui supreendida com pedras gigantes no caminho (só me lembrava daquilo: pedras no caminho? guardo todas, um dia vou construir um castelo). Com Pedras era impossível a evolução, não dava para correr. Cai de bunda duas vezes em menos de 1 km. Na última vez fiquei um tempão sentada olhando para o abismo com arame farpado ao meu lado... aquilo me parecia muito perigoso, comecei a refletir se era prudente continuar já que sou muito desajeitada, cairia outras vezes, estava correndo risco de vida e o pior, ficaria com o rosto todo deformado no meu caixãozinho depois de ultrapassar todo aquele arame e cair no abismo. Se tinha alguem do meu lado para socorrer?? claro que não, ninguém faz essas provas, no máximo 100 pessoas espalhadas em 45 km, nesse momento me lembro de só ter visto uma senhora de uns 90 anos atrás de mim rs. Aqui pela primeira vez em 31 anos pensei, Game Over pra mim. Vamos voltar viva né?
Comecei a imaginar onde estaria o próximo posto de hidratação para pedir "penico", arrego, qualquer coisa similar. Mas assim que cheguei no danado do posto um rapaz nem esperou eu abrir a boca e me disse - Continue, você vai ficar muito orgulhosa de você. - Pronto, era tudo que eu precisava, ficar orgulhosa de mim. Vamos chegar e que seja por último, afinal só os últimos e os primeiros serão lembrados rs.
Para elevar o nível da prova as vacas se tornaram parte do caminho, eram lindas, super bem cuidadas, até tinha um sininho no pescoço (desenho animado). Elas só tinham um defeito, gostavam de encarar e ficavam ocupando o estreito espaço para passar, algo como abismo, mato, vaca... escolha seu espaço para passar e siga em frente. Teve uma hora que tinha tantas, mas tantas que pensei em tirar uma foto, mas fiquei com medo de ficar parada muito tempo e algo acontecer, achei melhor sobreviver para contar.
Cercas?? se eu juntar meus anos passados e futuros não consigo pular a quantidade de cercas que pulei nesse dia, algo sobrenatural. Numa das últimas tive uma crise de riso, estava louca e inacreditavelmente cansada.
Assim fui, longas sete horas e muitos minutos, ante penúltima a chegar e muita, mas muita história para contar. Fiz um amigo no inicio da prova que voltou para me buscar no final, ter alguem que se preocupa com você não tem preço (mesmo que seja um amigo passageiro). Nem liguei quando percebi que como algumas provas na Europa e nos EUA eles não fornecem medalha, só para os primeiros lugares, como o rapaz disse lá atrás, agora estava orgulhosa de mim, tive mil e um motivos para desistir e não foi desta vez.
Mas como tudo ainda pode melhorar, tive um surpresa final, um troféu de primeira na categoria (só tinha eu rs). E pelo menos cheguei em oitavo das nove corajosas que terminaram a prova. Ganhei também um livro gigante da cidade onde fui muito bem tratada graças a cortesia do organizador Bernd Gratz.
Um Show de Aventura!
Inesquecível!
12 de agosto de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
V Ultramaratona Rio 24 hs Fuzileiros Navais
Esperando estava melhorar para relatar, mas vi que pelo andar da carruagem devo demorar mais um pouco rs, então vamos lá!
Oficialmente Ultra com 134,8 Km em 24hs!!!
Tinha colocado na cabeça que queria ser Ultra com mais de 100 km, e aí está a resposta, mas vou te dizer que tive que dar o sangue para isso.
Fui para esta prova com apenas 1 treino de 1 hora numa pista de 400 metros, e me senti bem, conversei o tempo inteiro então passou rápido. Alem de não ter sentido dor alguma. Mas na realidade tudo muda quando o treino vira uma prova com um objetivo certo, sei que corria o risco de mais uma vez me frustar como aconteceu com o meu resultado em Urubici, tinha treinado para Urubici e me dei mal, essa eu não treinei, mas era questão de honra eu ficar feliz com o meu resultado. O que eu tinha para esta corrida era o que eu tinha feito Urubici, depois só descansei e esperei o grande dia.
Tinha um plano A, um plano B e um plano A+. Mas com 1 hora de prova já estava quase desistindo do A+ (150 km rs), e com 4 horas já havia jogado ele no lixo, já estava achando o plano A de 130 km excelente porque desde a primeira hora senti muito a virilha rodando que nem pião naquela pista. Descobri em pouco tempo que virar o sentido da prova é super necessário, porque até o tornozelo reclama. Aliás por falar em virar o sentindo, para mim esse era o ponto alto da corrida, adorava a festa do vira-vira, a contagem regressiva, o sino, essas coisas rs. Perdi 2 porque estava alongando e fiquei arrasada.
Consegui cumprir a meta inicial que era correr uma maratona 0 caminhada e parar para alongar. Depois corri uma meia dando 10 voltas correndo e 3 caminhando e parando para alongar, e assim foi até o final, ficava cerca de 2:30 na pista e parava 20 minutos. Ao todo não cheguei a ficar 4 horas parada, porque até para comer, eu comia girando e caminhando.
Quando terminei a maratona percebi que estava bem atrás de colocação, mas pensei comigo, sei que é dificil mas vou buscar ficar entre as 10 primeiras mulheres, isso me ajudou a focar e me manter ligada para não perder o rumo. Como corria na pista 2 acabei claro correndo muito mais do que quem estava no centro da pista. Meu Garmin marcou 148 km, UHU, quase 150 Km, por isso fiquei tão feliz, mesmo não tendo esse número oficial, sei até onde fui.
Nem tudo são flores é claro, quando bati 118 Km faltava 12 ainda para o plano A ser de sucesso e 2h20 para acabar, mas minha panturrilha pela primeira vez na vida travou. Sem saber o que fazer, parei no risco para alongar porque não dava para me arrastar mais. Ganhei um alongamento e uma massagem do Grande Fisiot. Paulo Gusmão que durou quase 30 minutos e voltei, dei uma volta caminhando, refiz as contas e vi que ainda sim não daria tempo. E quer saber?? parti para tudo ou nada! A dor é passageira, e dolorida por dolorida eu já estava, eu fui que fui dando voltas e voltas correndo as vezes chegando a um pace de 5:20, nem eu acreditava... Já estavam todos mortos e finalmente a pista do centro era quase TODA MINHA, me vinguei das voltas a mais que dei na pista 2, e se catasse alguém no meu caminho eu passava por cima (hehehe brincadeirinha), era o meu desafio mais que pessoal que estava em jogo e meu tempo só esgotava. Dei 25 voltas no pique, parei, caminhei e voltei correr mais leve. terminei correndo porque queria caminhar o minimo possível, só quando a dor batesse, e ela bateu durante quase a prova inteira rs.
Resumão é que fiz mais 16 Km no final para minha alegria e terminei a prova chorando em bicas de emoção (dever cumprido) e com dores SURREAIS, na certeza que tinha dado o meu melhor. Estou aqui acabada de gripe mas very happy carregando meu trófeu de Primeiro Lugar na categoria para lá e para cá. E o décimo segundo na Feminina e 62 na Geral me renderam muitas alegrias, só tinha fera ali.
Só tenho a agradecer aos malucos e aos pé-no-chão que me ajudaram e me incentivaram a realizar tudo tão rápido e inesquecível, por mim ainda estaria lá rodando rs. Familia, Amigos e Treinadores, vocês são SENSACIONAIS!!!
Blogueiros queridos, eu ouvi a mensagem de vocês e isso foi Sensacional!!! S2
Essa prova ainda rende muitos e muitos posts :)
Fotinho da Largada, uma verdinha perdida no meio do Feras!
Última parada antes do grande feito das duas horas finais. Quer saber se dói não né?
Acabou?? Então me deixa chorar!!! rsrs
A idéia foi dele rs, Grande Fera com 193 Km, Melhores do Brasil!!!
Os Fuzileiros meus amigos, me ajudaram até no final... Alguém me ajuda a carregar??
Oficialmente Ultra com 134,8 Km em 24hs!!!
Tinha colocado na cabeça que queria ser Ultra com mais de 100 km, e aí está a resposta, mas vou te dizer que tive que dar o sangue para isso.
Fui para esta prova com apenas 1 treino de 1 hora numa pista de 400 metros, e me senti bem, conversei o tempo inteiro então passou rápido. Alem de não ter sentido dor alguma. Mas na realidade tudo muda quando o treino vira uma prova com um objetivo certo, sei que corria o risco de mais uma vez me frustar como aconteceu com o meu resultado em Urubici, tinha treinado para Urubici e me dei mal, essa eu não treinei, mas era questão de honra eu ficar feliz com o meu resultado. O que eu tinha para esta corrida era o que eu tinha feito Urubici, depois só descansei e esperei o grande dia.
Tinha um plano A, um plano B e um plano A+. Mas com 1 hora de prova já estava quase desistindo do A+ (150 km rs), e com 4 horas já havia jogado ele no lixo, já estava achando o plano A de 130 km excelente porque desde a primeira hora senti muito a virilha rodando que nem pião naquela pista. Descobri em pouco tempo que virar o sentido da prova é super necessário, porque até o tornozelo reclama. Aliás por falar em virar o sentindo, para mim esse era o ponto alto da corrida, adorava a festa do vira-vira, a contagem regressiva, o sino, essas coisas rs. Perdi 2 porque estava alongando e fiquei arrasada.
Consegui cumprir a meta inicial que era correr uma maratona 0 caminhada e parar para alongar. Depois corri uma meia dando 10 voltas correndo e 3 caminhando e parando para alongar, e assim foi até o final, ficava cerca de 2:30 na pista e parava 20 minutos. Ao todo não cheguei a ficar 4 horas parada, porque até para comer, eu comia girando e caminhando.
Quando terminei a maratona percebi que estava bem atrás de colocação, mas pensei comigo, sei que é dificil mas vou buscar ficar entre as 10 primeiras mulheres, isso me ajudou a focar e me manter ligada para não perder o rumo. Como corria na pista 2 acabei claro correndo muito mais do que quem estava no centro da pista. Meu Garmin marcou 148 km, UHU, quase 150 Km, por isso fiquei tão feliz, mesmo não tendo esse número oficial, sei até onde fui.
Nem tudo são flores é claro, quando bati 118 Km faltava 12 ainda para o plano A ser de sucesso e 2h20 para acabar, mas minha panturrilha pela primeira vez na vida travou. Sem saber o que fazer, parei no risco para alongar porque não dava para me arrastar mais. Ganhei um alongamento e uma massagem do Grande Fisiot. Paulo Gusmão que durou quase 30 minutos e voltei, dei uma volta caminhando, refiz as contas e vi que ainda sim não daria tempo. E quer saber?? parti para tudo ou nada! A dor é passageira, e dolorida por dolorida eu já estava, eu fui que fui dando voltas e voltas correndo as vezes chegando a um pace de 5:20, nem eu acreditava... Já estavam todos mortos e finalmente a pista do centro era quase TODA MINHA, me vinguei das voltas a mais que dei na pista 2, e se catasse alguém no meu caminho eu passava por cima (hehehe brincadeirinha), era o meu desafio mais que pessoal que estava em jogo e meu tempo só esgotava. Dei 25 voltas no pique, parei, caminhei e voltei correr mais leve. terminei correndo porque queria caminhar o minimo possível, só quando a dor batesse, e ela bateu durante quase a prova inteira rs.
Resumão é que fiz mais 16 Km no final para minha alegria e terminei a prova chorando em bicas de emoção (dever cumprido) e com dores SURREAIS, na certeza que tinha dado o meu melhor. Estou aqui acabada de gripe mas very happy carregando meu trófeu de Primeiro Lugar na categoria para lá e para cá. E o décimo segundo na Feminina e 62 na Geral me renderam muitas alegrias, só tinha fera ali.
Só tenho a agradecer aos malucos e aos pé-no-chão que me ajudaram e me incentivaram a realizar tudo tão rápido e inesquecível, por mim ainda estaria lá rodando rs. Familia, Amigos e Treinadores, vocês são SENSACIONAIS!!!
Blogueiros queridos, eu ouvi a mensagem de vocês e isso foi Sensacional!!! S2
Essa prova ainda rende muitos e muitos posts :)
Fotinho da Largada, uma verdinha perdida no meio do Feras!
Última parada antes do grande feito das duas horas finais. Quer saber se dói não né?
Acabou?? Então me deixa chorar!!! rsrs
A idéia foi dele rs, Grande Fera com 193 Km, Melhores do Brasil!!!
Os Fuzileiros meus amigos, me ajudaram até no final... Alguém me ajuda a carregar??
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Desafrio Urubici 2012 - Uma Super Maratona
Sabe aquela prova que coloca em xeque toda a sua capacidade de resistência, poder da mente e a condição motora? Foi essa!
Está sendo assim desde o dia que comecei a correr provas de montanhas. Estava acostumada a fazer previsões para uma prova de rua e conseguir cumprir com folga. Já com essas provas cascudas quanto mais tempo eu acho que vou levar para concluir posso ficar bem tranquila que vou gastar um tanto a mais. Para uma controladora como eu isso é quase um desespero, essas colinas tem me tratado mais que terapia (acredito eu).
Tenho sempre em mente que todo mundo pode tudo é só querer, basta comprometimento e foco que acontece. Fiz tudo direitinho, não matei nenhum treino, me concentrei, etc etc e não teve jeito, ainda assim fui pega de surpresa e aprendi que numa prova dessas humildade aparecem em primeiro lugar, ouvi isso durante a prova e comecei a refletir mais forte em todos os sentidos, se você não é, vai aprender sofrendo.
Não tenho como descrever tudo que aconteceu durante esses 54 km e essas longas 7h48, mas nem preciso dizer que sofri não é mesmo? Posso resumir dizendo que a prova começou com uma friaca de 5 graus e uma névoa que prometia muito, mas em pouco tempo o sol entrou para a minha alegria e me deu a sensação térmica de 20 graus apesar de não ter chegado lá.
A chuva da semana deixou o percurso uma lama só, mais paracia um mangue com algumas partes em areia movediça, você afundava o pé com chance de voltar sem tênis (aconteceu com alguns). Isso me fez ter a certeza de que quem manda em provas deste tipo são os fenômenos da natureza ou até em alguns casos para ser um pouco mais dramática os desastres naturais. Isso é claro porque as condições de pista são definidas ali, e para alguém desequilibrado como eu, qualquer lama é motivo de queda. Perdi muito tempo no inicio escorregando e desabando na parte da escalada. Estava super protegida com duas blusas e calça então só ganhei um arranhão de leve no rosto e uma roupa enlamaçada.
Em termos gerais a subida é para deixar qualquer um sem fôlego, mas não deixei de correr em nenhum plano e até arrisquei algumas corridinhas ladeira acima já que perdi muito tempo com o pé na lama. Quando você termina a subida, você ganha um renovo, o cansaço desaparece por alguns instantes e você só pensa em recomeçar.
E para descer meu bem, não existe aquela história que todo Santo ajuda, só você se ajuda, você, você, você.
Fui que fui toda cheia de esperança de uma boa descida para recuperar o tempo, mas posso dizer que aquela descida mais subia que descia, e ainda me passa um engraçadinho e me pergunta ironicamente - está gostando da descida? enquanto estava me matando para subir. Só soltei de resposta um olhar fulminante e perdoei porque ele estava bem atrás de mim.
Até 42 Km fui tranquila (na medida do possível) depois disso me disse - Uma maratona, pronto, se terminasse aqui estaria ótimo. Mas foi bem aí que meu psicólogico atingiu e me arrastei até o interminável final. Contei com um parceiro, o Kleber que se arrastava junto comigo. Os últimos 3 km ainda consegui correr porque queria chegar mais do que queria desistir, apesar das duas vontades terem andado lado a lado no final. Assim foi, assim eu fui, assim eu terminei! Ainda bem que viva para contar história.
Entre erros e acertos volto mais experiente, e a cada minuto que passa tenho a certeza que foi um bom negócio. Os erros serão acertos na próxima, apesar de terem sido amadores como comer muito pé de moleque, tomar cápsula de sal no final e não carregar a mochila de hidratação na descida mesmo sabendo que o organizador da prova dá muito pouco alimento durante o percurso.
Volto com os pés no chão sabendo que se quero continuar nessa vida de meio do mato preciso me preparar ainda mais, porque o povo é sinistro, se preparam para não sofrer tanto. Preciso investir um pouco mais de tempo entre árvores e abismos. Tenho um sonho bem alto, e essa prova quase me fez desistir dele, mas ainda não é o momento para desistir.
Volto feliz porque oficialmente sou uma super maratonista e porque ganhei um trófeu de terceiro lugar na categoria, só tinha 5 pessoas, duas desistiram rs. Só que vou te falar, mesmo sendo a última a chegar na categoria, carrego com gosto, foi duro chegar até ali, aprendi muito e isso já vale toda gota de suor congelada pelo frio.
P.s:
Agradecimentos especiais a Marayse e Felipe Souto. Meu Deus, não tenho nem como agradecer todo apoio e estrutura. Passei momentos super agradáveis e especiais. Estou agora num débito gigante com eles, e vou cumprir feliz. Valeu Hoffman pela organização do encontro.
Aos meus amigos blogueiros, um obrigada mais que especial. Muitas dicas, força e pensamento positivo. Com certeza me ajudaram a chegar até o fim de mais essa conquista.
Meu marido foi um caso a parte, conto num outro momento. Mas também ganha agradecimentos apesar de tudo rs.
Antes de largar

Sobe, Sobe, Sobe!

No topo do mundo! Hora de voltar.

Chegando! Sonhei com isso durante quase 8 horas

Muita lama e medalha.

Já limpinha com o meu troféu.

Está sendo assim desde o dia que comecei a correr provas de montanhas. Estava acostumada a fazer previsões para uma prova de rua e conseguir cumprir com folga. Já com essas provas cascudas quanto mais tempo eu acho que vou levar para concluir posso ficar bem tranquila que vou gastar um tanto a mais. Para uma controladora como eu isso é quase um desespero, essas colinas tem me tratado mais que terapia (acredito eu).
Tenho sempre em mente que todo mundo pode tudo é só querer, basta comprometimento e foco que acontece. Fiz tudo direitinho, não matei nenhum treino, me concentrei, etc etc e não teve jeito, ainda assim fui pega de surpresa e aprendi que numa prova dessas humildade aparecem em primeiro lugar, ouvi isso durante a prova e comecei a refletir mais forte em todos os sentidos, se você não é, vai aprender sofrendo.
Não tenho como descrever tudo que aconteceu durante esses 54 km e essas longas 7h48, mas nem preciso dizer que sofri não é mesmo? Posso resumir dizendo que a prova começou com uma friaca de 5 graus e uma névoa que prometia muito, mas em pouco tempo o sol entrou para a minha alegria e me deu a sensação térmica de 20 graus apesar de não ter chegado lá.
A chuva da semana deixou o percurso uma lama só, mais paracia um mangue com algumas partes em areia movediça, você afundava o pé com chance de voltar sem tênis (aconteceu com alguns). Isso me fez ter a certeza de que quem manda em provas deste tipo são os fenômenos da natureza ou até em alguns casos para ser um pouco mais dramática os desastres naturais. Isso é claro porque as condições de pista são definidas ali, e para alguém desequilibrado como eu, qualquer lama é motivo de queda. Perdi muito tempo no inicio escorregando e desabando na parte da escalada. Estava super protegida com duas blusas e calça então só ganhei um arranhão de leve no rosto e uma roupa enlamaçada.
Em termos gerais a subida é para deixar qualquer um sem fôlego, mas não deixei de correr em nenhum plano e até arrisquei algumas corridinhas ladeira acima já que perdi muito tempo com o pé na lama. Quando você termina a subida, você ganha um renovo, o cansaço desaparece por alguns instantes e você só pensa em recomeçar.
E para descer meu bem, não existe aquela história que todo Santo ajuda, só você se ajuda, você, você, você.
Fui que fui toda cheia de esperança de uma boa descida para recuperar o tempo, mas posso dizer que aquela descida mais subia que descia, e ainda me passa um engraçadinho e me pergunta ironicamente - está gostando da descida? enquanto estava me matando para subir. Só soltei de resposta um olhar fulminante e perdoei porque ele estava bem atrás de mim.
Até 42 Km fui tranquila (na medida do possível) depois disso me disse - Uma maratona, pronto, se terminasse aqui estaria ótimo. Mas foi bem aí que meu psicólogico atingiu e me arrastei até o interminável final. Contei com um parceiro, o Kleber que se arrastava junto comigo. Os últimos 3 km ainda consegui correr porque queria chegar mais do que queria desistir, apesar das duas vontades terem andado lado a lado no final. Assim foi, assim eu fui, assim eu terminei! Ainda bem que viva para contar história.
Entre erros e acertos volto mais experiente, e a cada minuto que passa tenho a certeza que foi um bom negócio. Os erros serão acertos na próxima, apesar de terem sido amadores como comer muito pé de moleque, tomar cápsula de sal no final e não carregar a mochila de hidratação na descida mesmo sabendo que o organizador da prova dá muito pouco alimento durante o percurso.
Volto com os pés no chão sabendo que se quero continuar nessa vida de meio do mato preciso me preparar ainda mais, porque o povo é sinistro, se preparam para não sofrer tanto. Preciso investir um pouco mais de tempo entre árvores e abismos. Tenho um sonho bem alto, e essa prova quase me fez desistir dele, mas ainda não é o momento para desistir.
Volto feliz porque oficialmente sou uma super maratonista e porque ganhei um trófeu de terceiro lugar na categoria, só tinha 5 pessoas, duas desistiram rs. Só que vou te falar, mesmo sendo a última a chegar na categoria, carrego com gosto, foi duro chegar até ali, aprendi muito e isso já vale toda gota de suor congelada pelo frio.
P.s:
Agradecimentos especiais a Marayse e Felipe Souto. Meu Deus, não tenho nem como agradecer todo apoio e estrutura. Passei momentos super agradáveis e especiais. Estou agora num débito gigante com eles, e vou cumprir feliz. Valeu Hoffman pela organização do encontro.
Aos meus amigos blogueiros, um obrigada mais que especial. Muitas dicas, força e pensamento positivo. Com certeza me ajudaram a chegar até o fim de mais essa conquista.
Meu marido foi um caso a parte, conto num outro momento. Mas também ganha agradecimentos apesar de tudo rs.
Antes de largar

Sobe, Sobe, Sobe!

No topo do mundo! Hora de voltar.

Chegando! Sonhei com isso durante quase 8 horas

Muita lama e medalha.

Já limpinha com o meu troféu.

quinta-feira, 21 de junho de 2012
Tudo Novo de Novo
Engraçado como em cada prova as coisas mudam de forma assustadora. Achei que com o tempo e a experiência as coisas fossem ficando mais fáceis, a tensão sumiria etc etc. Me enganei, e pelo visto vou continuar me enganado, estou achando que faz parte da minha natureza.
Demoro para assumir o problema, mas chega uma hora que não dá mais, o corpo fala o que a minha mente tenta negar. Alias meu corpo não está falando, está gritando, comecei a semana com os joelhos em estado deplorável, estou com os braços dormentes e meu cabelo anda mais no chão que cabeça (credo!). Fazer 52 km me assusta sim, nunca o fiz de forma interrupta, e só de pensar que daqui 48 horas saberei o resultado daquilo que há tempos estou me preparando fico ansiosa. Por isso não penso! Escrevo, porque assim acredito me livrar de parte da tensão.
O que foi feito foi feito. Agora preciso relaxar, preciso dormir... Preciso terminar minha mala para partir amanhã cedo. Afinal, Santa Catarina me espera!
Demoro para assumir o problema, mas chega uma hora que não dá mais, o corpo fala o que a minha mente tenta negar. Alias meu corpo não está falando, está gritando, comecei a semana com os joelhos em estado deplorável, estou com os braços dormentes e meu cabelo anda mais no chão que cabeça (credo!). Fazer 52 km me assusta sim, nunca o fiz de forma interrupta, e só de pensar que daqui 48 horas saberei o resultado daquilo que há tempos estou me preparando fico ansiosa. Por isso não penso! Escrevo, porque assim acredito me livrar de parte da tensão.
O que foi feito foi feito. Agora preciso relaxar, preciso dormir... Preciso terminar minha mala para partir amanhã cedo. Afinal, Santa Catarina me espera!
domingo, 10 de junho de 2012
Volta na Ilha
Consegui finalmente colocar esse projeto para funcionar, sempre tive vontade mas ninguém para acompanhar. O interesse era dar uma volta completa na Ilha de Vitória com direito a cereja do bolo, subir a fonte grande (3.4 Km de subida íngreme e intensa, que depois que acaba é uma delícia). Desta vez eu tinha uma equipe, o Fernando, a Wanelli e o meu irmão, sairíamos no sábado as 5 da manhã da praia.
Vinte minutos antes meu irmão mandou um torpedo alegando que tinha acabado de chegar em casa, ok cada um se diverte como pode rs, começamos os três restantes no escuro mesmo já subindo a Rod. Serafim Derenze, se em algum momento eu tive a chance de escolher um treino com emoção ou sem emoção provavelmente ele passou e eu não vi, acabou sendo com emoção mesmo. A Rodovia estava vazia com direito a muitos bêbados, carros de som (Funk) sobreviventes de alguma balada e muitos, muitos cachorros vira-latas, confesso que tenho um pouco mais de medo deles do que de gente, afinal cachorros não te dão chance nenhuma para argumentar. Tudo bem, se estou escrevendo é porque sobrevivi e sei que até amanhecer ninguém foi capaz de abrir uma palavra, todos mudos.
Foi tudo meio complicado porque foi alem das minhas contas, esperava terminar a volta entre 23 e 25km’s mas com a subida na Fonte Grande acabou terminando em 30. O Fernando terminou o treino dele com 21 prox. a rodoviária e pegou um taxi, Wanelli terminou um pouco mais a frente e terminou de busão, e eu, bem eu não sabia muito bem o que fazer sozinha, coloquei minha playlist nova, ouvi a música que mais gostei 5 vezes e acelerei, precisava acabar porque ainda tinha que terminar meu treino na areia, cheguei a parar um ônibus para chegar logo e ir para a areia, mas a vontade de terminar a grande volta foi maior do que a pouca força que tinha. Demorou uma cara para chegar, depois de 20 km subindo e descendo qualquer km mesmo que seja plano assusta. Quando enfim cheguei, fiz mais 5 km de areia me ARRASTANDO pela praia. A sorte é que o dia estava lindo, então me arrastei com gosto e me joguei no mar quando terminei. Vi até uma Tartaruga quando estava terminando o treino, podia ser delírio claro, mas eu vi! 4:30.
Já sabendo que não iria ser fácil adicionei umas musiquinhas novas para animar.
1- Rooftops – Lostprophets
2- Dog Days are over – Florence and The Machine
3- Shake it out – Florence and The Machine
4- Come as you are – Nirvana
5- Pumped up Kicks – Foster the people
6- Whistle – Flo Rida
7- Great Times – Will I AM
8- Call me Maybe – Carly
9- Lights – Ellie Gouding
10- How To Love – Lil Wayne
11- In the End – Linkin Park
12- BY the Way – RHCP
13- Scar Tissue – RHCP
14- I’LL Go Crazy if i don’t go crazy tonight – U2
15- Good Girl – Alexis Jordan
16- Payphone – Maroon 5
17- Dance Again – Jennifer Lopez
18- Cheers – Rihanna
19- Wonderwall – Oasis
20- Love you like a Love Song Baby
Para lembrar os velhos tempos de shows no Alvares: Paralamas para o tempo passar rápido.
Meu Erro e Jogos de Amor
Obs: Posso dizer que tirei o Arrocha (que me divertia muito por sinal enquanto corria) e voltei para o Popzinho as vezes meio Rock. Se for me julgar pelo meu gosto musical estou frita e sou praticamente uma perdida musical :)
Vinte minutos antes meu irmão mandou um torpedo alegando que tinha acabado de chegar em casa, ok cada um se diverte como pode rs, começamos os três restantes no escuro mesmo já subindo a Rod. Serafim Derenze, se em algum momento eu tive a chance de escolher um treino com emoção ou sem emoção provavelmente ele passou e eu não vi, acabou sendo com emoção mesmo. A Rodovia estava vazia com direito a muitos bêbados, carros de som (Funk) sobreviventes de alguma balada e muitos, muitos cachorros vira-latas, confesso que tenho um pouco mais de medo deles do que de gente, afinal cachorros não te dão chance nenhuma para argumentar. Tudo bem, se estou escrevendo é porque sobrevivi e sei que até amanhecer ninguém foi capaz de abrir uma palavra, todos mudos.
Foi tudo meio complicado porque foi alem das minhas contas, esperava terminar a volta entre 23 e 25km’s mas com a subida na Fonte Grande acabou terminando em 30. O Fernando terminou o treino dele com 21 prox. a rodoviária e pegou um taxi, Wanelli terminou um pouco mais a frente e terminou de busão, e eu, bem eu não sabia muito bem o que fazer sozinha, coloquei minha playlist nova, ouvi a música que mais gostei 5 vezes e acelerei, precisava acabar porque ainda tinha que terminar meu treino na areia, cheguei a parar um ônibus para chegar logo e ir para a areia, mas a vontade de terminar a grande volta foi maior do que a pouca força que tinha. Demorou uma cara para chegar, depois de 20 km subindo e descendo qualquer km mesmo que seja plano assusta. Quando enfim cheguei, fiz mais 5 km de areia me ARRASTANDO pela praia. A sorte é que o dia estava lindo, então me arrastei com gosto e me joguei no mar quando terminei. Vi até uma Tartaruga quando estava terminando o treino, podia ser delírio claro, mas eu vi! 4:30.
Já sabendo que não iria ser fácil adicionei umas musiquinhas novas para animar.
1- Rooftops – Lostprophets
2- Dog Days are over – Florence and The Machine
3- Shake it out – Florence and The Machine
4- Come as you are – Nirvana
5- Pumped up Kicks – Foster the people
6- Whistle – Flo Rida
7- Great Times – Will I AM
8- Call me Maybe – Carly
9- Lights – Ellie Gouding
10- How To Love – Lil Wayne
11- In the End – Linkin Park
12- BY the Way – RHCP
13- Scar Tissue – RHCP
14- I’LL Go Crazy if i don’t go crazy tonight – U2
15- Good Girl – Alexis Jordan
16- Payphone – Maroon 5
17- Dance Again – Jennifer Lopez
18- Cheers – Rihanna
19- Wonderwall – Oasis
20- Love you like a Love Song Baby
Para lembrar os velhos tempos de shows no Alvares: Paralamas para o tempo passar rápido.
Meu Erro e Jogos de Amor
Obs: Posso dizer que tirei o Arrocha (que me divertia muito por sinal enquanto corria) e voltei para o Popzinho as vezes meio Rock. Se for me julgar pelo meu gosto musical estou frita e sou praticamente uma perdida musical :)
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